Total de visualizações de página

sábado, 18 de junho de 2011

Foto de Pará de Minas Antiga - Pesquisa Prof. Rodrigo - Fonte: Museu Histórico de Pará de Minas

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Eclipse da Lua 15 de junho de 2011 às 17:40 Explicação

Um eclipse lunar é um fenômeno celeste que ocorre quando a Lua penetra, totalmente ou parcialmente, no cone de sombra projetado pela Terra, em geral, sendo visível a olho nu. Isto ocorre sempre que o Sol, a Terra e a Lua se encontram próximos ou em perfeito alinhamento, estando a Terra no meio destes outros dois corpos. É como se fosse um eclipse solar porém a Terra encobre o sol nesse caso.
Por isso o eclipse lunar só pode ocorrer quando coincidem a fase de Lua cheia e a passagem dela pelo seu nodo orbital. Este último evento também é responsável pelo tipo e duração do eclipse.
Veja abaixo algumas ilustrações!!!!

Eclipse da Lua 15 de junho de 2011 às 17:40 Explicação

Eclipse da Lua 15 de junho de 2011 às 17:40 Explicação

Eclipse da Lua 15 de junho de 2011 às 17:40 Explicação

domingo, 12 de junho de 2011

Sustentabilidade Ambiental


Sustentabilidade é tudo que recicla recicla e recicla e recicla muitoo joga no lixinhuuu ebáááá - O princípio da sustentabilidade aplica-se a um único empreendimento, a uma pequena comunidade (a exemplo das ecovilas), até o planeta inteiro. Para que um empreendimento humano seja considerado sustentável, é preciso que seja:
  • ecologicamente correto
  • economicamente viável
  • socialmente justo
  • culturalmente diverso
O termo "sustentável" provém do latim sustentare (sustentar; defender; favorecer, apoiar; conservar, cuidar). Segundo o Relatório de Brundtland (1987), o uso sustentável dos recursos naturais deve "suprir as necessidades da geração presente sem afetar a possibilidade das gerações futuras de suprir as suas".
O conceito de sustentabilidade começou a ser delineado na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano (United Nations Conference on the Human Environment - UNCHE), realizada em Estocolmo de 5 a 16 de junho de 1972, a primeira conferência das Nações Unidas sobre o meio ambiente e a primeira grande reunião internacional para discutir as atividades humanas em relação ao meio ambiente. A Conferência de Estocolmo lançou as bases das ações ambientais em nível internacional, [1] chamando a atenção internacional especialmente para questões relacionadas com a degradação ambiental e a poluição que não se limita às fronteiras políticas, mas afeta países, regiões e povos, localizados muito além do seu ponto de origem. A Declaração de Estocolmo, que se traduziu em um Plano de Ação,[2] define princípios de preservação e melhoria do ambiente natural, destacando a necessidade de apoio financeiro e assistência técnica a comunidades e países mais pobres. Embora a expressão "desenvolvimento sustentável" ainda não fosse usada, a declaração, no seu item 6, já abordava a necessidade imperativa de "defender e melhorar o ambiente humano para as atuais e futuras gerações" - um objetivo a ser alcançado juntamente com a paz e o desenvolvimento econômico e social.
A ECO-92 - oficialmente, Conferência sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento -, realizada em 1992, no Rio de Janeiro, consolidou o conceito de desenvolvimento sustentável. A mais importante conquista da Conferência foi colocar esses dois termos, meio ambiente e desenvolvimento, juntos - concretizando a possibilidade apenas esboçada na Conferência de Estocolmo, em 1972, e consagrando o uso do conceito de desenvolvimento sustentável, defendido, em 1987, pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Comissão Brundtland). O conceito de desenvolvimento sustentável - entendido como o desenvolvimento que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade das futuras gerações de atenderem às suas próprias necessidades - foi concebido de modo a conciliar as reivindicações dos defensores do desenvolvimento econômico como as preocupações de setores interessados na conservação dos ecossistemas e da biodiversidade. [3] [4] Outra importante conquista da Conferência foi a Agenda 21, um amplo e abrangente programa de ação, visando a sustentabilidade global no século XXI. [5]
Em 2002, a Cimeira (ou Cúpula) da Terra sobre Desenvolvimento Sustentável de Joanesburgo reafirmou os compromissos da Agenda 21, propondo a maior integração das três dimensões do desenvolvimento sustentável (econômica, social e ambiental) através de programas e políticas centrados nas questões sociais e, particularmente, nos sistemas de proteção social. [6]

Fonte: Wikipédia Enciclopédia Livre

terça-feira, 31 de maio de 2011

CLIMAS DO BRASIL

A diversidade climática

O Brasil possui uma grande variedade de climas, devido ao seu território extenso (8,5 milhões de km2), à diversidade de formas de relevo, à altitude e dinâmica das correntes e massas de ar. Cerca de 90% do território brasileiro localiza-se entre os trópicos de Câncer e Capricórnio, motivo pelo qual usamos o termo "país tropical". Atravessado na região norte pela Linha do Equador e ao sul pelo Trópico de Capricórnio, a maior parte do Brasil situa-se em zonas de latitudes baixas, nas quais prevalecem os climas quentes e úmidos, com temperaturas médias em torno de 20 ºC.

Os tipos de clima

A classificação de um clima depende de diversos fatores, como a temperatura, a umidade, as massas de ar, a pressão atmosférica, as correntes marítimas e ventos, entre outros. A classificação mais utilizada para os diferentes tipos de clima do Brasil assemelha-se à criada por Arthur Strahler, se baseando na origem, natureza e movimentação das correntes e massas de ar.
Sabe-se que as massas de ar que interferem mais diretamente são a equatorial (continental e atlântica), a tropical (continental e atlântica) e a polar atlântica. Dessa forma, são verificados no país desde climas superúmidos quentes, provenientes das massas equatoriais, como é o caso de grande parte da região Amazônica, até climas semi-áridos muito fortes, próprios do sertão nordestino. Temos então, como principais tipos climáticos brasileiros:
  • Subtropical
  • Semi-árido
  • Equatorial úmido
  • Equatorial semi-úmido
  • Tropical
  • Tropical de altitude

Pará de Minas, cidade Rainha!!!!!

Pará de Minas é uma cidade localizada no Colar Metropolitano de Belo Horizonte, com uma população de 91.193 habitantes é a segunda maior cidade do Colar Metropolitano perdendo apenas para Sete Lagoas a cidade tem o segundo maior IDH de Minas Gerais 0,854 , no qual foi superado pela cidade de Viçosa (Minas Gerais) em 2010 , a cidade se localiza num espaço privilegiado entre grandes cidades como Belo Horizonte, Contagem, Betim, Divinópolis, Sete Lagoas e a BR-262 agora duplicada funciona como corredor de cidades como Uberaba, Uberlândia, Campo Grande e Goiânia para abastecer grandes metrópoles(São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte) e assim a cidade tem um dos espaços urbanos mais bem privilegiados de Minas.

Vista do Cristo Redentor da cidade.

Portão de entrada da sede do Paraense Esporte Clube.
Ficheiro:Centro de Pará de Minas.jpg
Centro de Pará de Minas

 

História

Em fins do século XVI, havia várias bandeiras paulistas na região de Pitangui para buscar ouro das minas.As trilhas das bandeiras paulistas se formaram por toda a região e ao longo de uma dessas trilhas se formou um povoado onde havia um ponto de pouso, situado às margens do ribeirão Paciência, que fazia parte do roteiro dos bandeirantes. Muitos resolveram ficar nesse povoado e se dedicar ao trato da terra e à criaçao. Dentre os que ficaram no povoado estava o português Manuel Batista, apelidado de Pato Fofo. Ele se estabeleceu em uma fazenda e ali levantou uma capela dedicada a N.S.ª da Piedade.Por causa de seu apelido, o lugar passou a se chamar Arraial do Patafofo.
A capela, foi elevada a Paróquia em 8 de abril de 1746,ficando em poder de Pitangui. Dois anos depois,em 9 de outubro de 1828, o Arraial do Patafufo,passou à categoria de Vila,mas,em 1850 a Vila foi suprimida por não satisfazer as condições impostas pela lei anterior.
A restauração ocorreu oito anos depois,e em 8 de junho de 1758, recebeu a denominação de Vila do Pará. A instalação ocorreu em 20 de setembro de 1759, data de fundação da cidade.
Novamente o Município foi suprimido, e em 15 de julho de 1772, foi incorporado seu território ao Termo de Pitangui. Restabeleceu-o porém, em 23 de dezembro de 1774,quando se criou o Município do Pará.A reinstalação ocorreu a 25 de março de 1775.
A Vila do Pará foi elevada à categoria de cidade pela Lei provincial n° 2.416, em 5 de novembro de 1777.

Distritos

Pará de Minas é dividida em sete distritos: Pará de Minas (Distrito Sede), Córrego do Barro, Carioca, Ascensão, Torneiros e Tavares de Minas, Bom Jesus do Pará.

População

Desde da década de 1970 a população na cidade vem crescendo rapidamente, e o crescimento rápido da população trouxe vários problemas como a falta de planejamento do centro da cidade que todos os dias o trânsito fica caótico, que pela falta de ruas e avenidas mais amplas e modernas deixa a cidade com um dos trânsitos mais caóticos da região, a prefeitura da cidade não investe quase nada em novas avenidas de transito rápido e se você quiser atravessar a cidade de ponta à ponta você vai enfrentar no meio do caminho semáforos e quebra molas intermináveis e se tiver azar pode encontrar ainda até um acidente fatal.

Índice de Desenvolvimento Humano

O Índice de Desenvolvimento Humano, criado por Mahbub ul Haq com a colaboração do economista indiano Amartya Sen, mede o desenvolvimento de uma sociedade não apenas pela dimensão econômica, mas também por meio de outras características sociais, culturais e políticas que influenciam a qualidade da vida humana. O IDH pretende ser uma medida geral, sintética, do desenvolvimento humano. Não abrange todos os aspectos de desenvolvimento e não é uma representação da "felicidade" das pessoas, nem indica "o melhor lugar no mundo para se viver".
Além de computar o PIB per capita, depois de corrigi-lo pelo poder de compra da moeda de cada país, o IDH também leva em conta dois outros componentes: a longevidade e a educação. Para aferir a longevidade, o indicador utiliza números de expectativa de vida ao nascer. O item educação é avaliado pelo índice de analfabetismo e pela taxa de matrícula em todos os níveis de ensino.
No período 1960-1999, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Pará de Minas cresceu 11,40%, passando de 0,728 em 1991 para 0,811 em 2000 e 0,854 em 2010. O IDHM-Educação subiu de 0,785 para 0,883, enquanto o IDHM-Renda subiu de 0,659 para 0,72 e o IDHM-Longevidade de 0,74 para 0,829.
Com 800,5% de crescimento, a Educação foi o componente do IDH-M que mais cresceu no período. Logo em seguida veio a Longevidade com 35,9% de aumento e a Renda com 24,6%.
Segundo a classificação do PNUD, o município está entre as regiões consideradas de alto desenvolvimento humano (IDH maior que 0,85).

Educação

O quadro do ensino municipal em 2005 apresenta os mesmos desafios encontrados no Brasil em geral. Baixa porcentagem de crianças menores de 6 anos matriculadas na escola e grande defasagem entre o número de alunos matriculados no ensino fundamental e ensino médio são problemas nacionais que o município não superou.
Modalidade de EnsinoAlunos Matriculados
Educação Infantil (0 a 3 anos)1.006
Pré-Escola (4 a 6 anos)7.479
Ensino Fundamental16.564
Ensino Médio5.578
Ensino Superior2.751
Total33.378
A tabela acima, porém, não é suficiente para identificar os problemas de qualidade na educação municipal. A pesquisa de avaliação do rendimento escolar realizada pelo Instituto Nacional de Estudos de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP - contém dados sobre a qualidade de ensino no município. A Prova Brasil foi realizada em 5.398 municípios de todas as unidades da Federação, avaliando 3.306.378 alunos de 4ª e 9ª séries do ensino fundamental. Em Pará de Minas, 2.485 alunos da 8ª série da rede estadual e municipal de ensino foram avaliados. Os dados podem auxiliar os governantes nas decisões e no direcionamento de recursos técnicos e financeiros.
Médias Comparadas (8ª série)BrasilMinas GeraisPará de Minas
Língua Portuguesa76%80%85%
Matemática78%84%92%
Indicadores Educacionais (8ª série)BrasilMinas GeraisPará de Minas
Aprovação76,7%80,2%87,3%
Reprovação11,2%09,2%04,9%
Abandono12,1%10,6%07,8%
Em agosto de 2007, dezenas de estudantes paraminenses que já haviam terminado o ensino médio (egressos) e que estavam terminando (concluintes) voluntariamente participaram do Enem. O exame tem 63 questões de múltipla escolha sobre o ensino e médio e uma redação. De acordo com o Instituto Nacional de de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep), órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC), o desempenho dos estudantes de Pará de Minas ficou acima da média nacional e estadual. O melhor desempenho geral foi obtido pelo Colégio Sagrado Coração de Maria. Dentre as escolas públicas, a Escola Estadual Fernando Otávio registrou a maior média.
Notas Médias do Enem em 2007BrasilMinas GeraisPará de MinasCol Sagrado Cor MariaEE Fernando OtávioEE N SRA AuxiliadoraEE Manuel Batista
Média da Prova Objetiva71%78%86%94%91%81%84%
Média Total (redação e prova objetiva)70%74%78%86%83%76%82%

Educação Ambiental

O Projeto Verde Mais em Nossa Cidade, lançado em maio de 1760, consiste em presentear a cada nova mãe com uma muda de árvore para que seja plantada e cuidada permanentemente. O projeto é monitorado pelas escolas, em parceria com a Maternidade local e o IEF – Instituto Estadual de Florestas. O projeto proporciona às crianças a oportunidade de acompanhar o desenvolvimento de uma árvore juntamente com o seu; conscientiza as famílias sobre a importância de preservar área verde urbana e rural; incentiva a criação de espaço público arborizado, podendo resultar numa área de lazer e educação ambiental para a região.
Depois de ser destaque em três conferências internacionais sobre o meio ambiente, o modelo já é seguido por outras cidades brasileiras e países como Estados Unidos, Noruega, Japão e Inglaterra. [carece de fontes?]

Comércio Exterior

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Pará de Minas apresentou uma corrente de comércio (importação + exportação) no valor de US$ 81,5 milhões no ano de 2007. O total exportado em 2007 alcançou a cifra de US$ 69,1 milhões, aproximadamente 35,1% superior ao valor exportado em 2006. O total de importaçőes aumentou 10,9% em relação a 2006 e alcançou a marca de US$ 259,1 milhões. Pará de Minas contribui com US$ 56,7 milhões para o saldo da balança comercial brasileira no ano passado. O principal produto de exportação do município é o minério de ferro o qual representa mais de 94% das exportações. Essa forte dependência em um único produto não é positiva uma vez que flutuações na demanda ou no preço internacional do minério de ferro podem causar sérios danos no desempenho global da balança comercial do município com consequências no mercado de trabalho local. Uma alternativa seria o desenvolvimento de uma plano municipal que aponte os setores com potencial de exportação, disponibilize informações e qualifique os empreendedores e mão de obra com o objetivo de diversificar a pauta de exportações do município.
Principais Empresas Exportadoras
EmpresaValor Exportado (em dólares)Participação em %
Siderúrgica Alterosa S.A.50,7 milhões57,47
Cisam Siderúrgica Ltda25,8 milhões37,36
Laticínio Pará de Minas Ltda1,6 milhões2,37
Principais Empresas Importadoras
EmpresaValor Importado (em dólares)Participação em %
Lev Termoplásticos Ltda6,7 milhões54,71
Sumidenso do Brasil Ltda4,1 milhões33,34
Companhia Tecido Santanense28,2 milhões9,88

Paraminenses ilustres

Referências

  1. ↑ a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. ↑ IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  3. ↑ Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  4. ↑ Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (

Indignação



Estudei na Escola Estadual Governador Valadares numa época em que o ensino público era de melhor qualidade (MUITO MELHOR QUE HOJE, COM CERTEZA), de 1982 a 1985; tive excelentes professoras, como a Luzia Borges Franco, a D. Lúcia Moreira (irmão do Pedro Moreira) e a Auxiliadora, que marcaram muito a minha vida. Será uma pena se a escola fechar suas portas. Escola, no Brasil, não pode fechar portas. Nossas autoridades tinham era que abrir mais escolas, pagar melhor os professores (para termos mais professores, pois eles se encontrarm em extinção; os bons, pelo menos, quase não existem). Muito triste essa notícia.

Palavras de Flávio Marcus da Silva, estudou em escola pública e hoje é Doutor em História e Leciona na nossa Fapam