Total de visualizações de página
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
terça-feira, 31 de julho de 2012
Texto: Prof. Geraldo Phonte Boa - Publicação Pro fim da Imunidade Parlamentar (Prof. Rodrigo Mendonça)
Na última sexta-feira (01/06), publiquei nesta coluna o artigo denominado “Entre Cachoeiras e cascatas”. Foi o artigo que mais gerou repercussão, desde que iniciei minhas publicações neste jornal. Esta repercussão sugere duas grandes questões: primeiro a população está cansada de ver políticos envolvidos em crimes e não serem condenados; e, segundo, opinar sobre determinados assuntos envoltos em valores morais e éticos, são, por si só, provocativos.
Independente disso, a proposta desta coluna é “pensar” ou provocar reflexão, sobre qualquer assunto que mereça tal provocação. Assim no artigo passado apontei para a raiz daquilo que acredito ser o problema da moralidade política em nosso país: a imunidade parlamentar.
Independente disso, a proposta desta coluna é “pensar” ou provocar reflexão, sobre qualquer assunto que mereça tal provocação. Assim no artigo passado apontei para a raiz daquilo que acredito ser o problema da moralidade política em nosso país: a imunidade parlamentar.
Recordando, a imunidade parlamentar é a prerrogativa que tem por objetivo proteger a atividade do parlamentar (Deputados, Senadores e também vereadores) no exercício de suas funções. O grande problema é que esta prerrogativa vem sendo utilizada pelos parlamentares e como ela aparece, para nós cidadãos comuns: como uma “blindagem” jurídica aos parlamentares, e por isso passa a representar invariavelmente “impunidade”. Esta situação vem ser transformando imunidade e impunidade em palavras sinônimas o que não é. Mas o pior não é esta associação entre estes dois termos, e sim, os resultados práticos desta situação na vida política, pois gera descrédito com a atividade parlamentar e afasta o cidadão da participação política.
Todos perdem com esta situação, menos os políticos “picaretas” os “bandidos engravatados” que são os únicos que são beneficiados. O parlamento perde porque é desacreditado, o pais perde por que os recursos dos impostos são gastos em investigações inúteis (CPI’s e CPMI’s, fácil de ser observado), recursos que deveriam estar a serviço de elaboração de projetos que beneficie o país e a população brasileira.
Não se trata apenas de acabar com a imunidade parlamentar, a questão é um pouco mais complexa. A Imunidade parlamentar é uma necessidade jurídica para o exercício parlamentar garantindo o equilíbrio entre os poderes executivo e judiciário. O problema é como garantir o equilíbrio jurídico entre os poderes (Legislativo, Executivo e Judiciário) sem permitir que parlamentares utilizem deste aparato jurídico em benefício próprio, acobertando ações ilícitas e criminosas.
Para isso é que é urgente uma reforma política, definindo inclusive critérios na aplicabilidade da “imunidade parlamentar”, evitando a impunidade de parlamentares envolvidos em atos ilícitos. E como está definido a imunidade parlamentar no caput do art. 53 da Constituição, em que o parlamentar tem direito a esta prerrogativa desde o momento de sua diplomação como parlamentar, sem fazer nenhuma ressalva para crimes praticados antes e durante sua vida pessoal, quando ele não está no exercício parlamentar, torna-o excluído da ação da justiça comum.
Sendo assim é preciso uma mudança radical, não só dos artigo 53, da Constituição, mas também de outros artigos, definindo claramente o que é atividade parlamentar e o que não é atividade parlamentar. Não há dúvidas que ações de deputados fora do escopo definido pela Constituição de “atividade parlamentar”, deveria gerar automaticamente um processo e uma investigação pela justiça comum, como todo o cidadão comum. A ausência de uma definição clara sobre o que é e o que não é atividade parlamentar, restringe qualquer tipo de investigação sobre os atos dos parlamentares. Situação que dificulta qualquer tipo de punição ou de ação que visa moralizar o parlamento, uma vez que o único caminho possível é o processo de “decoro parlamentar”, o oficial “clube o bolinha”, onde os próprios deputados, segundo seus interesses e conchavos, vão determinar quem feriu ou quem não feriu o famigerado “decoro parlamentar”.
Prof. Geraldo Phonte Boa
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Rio+20 promessas e promessas sem resultados!!!!
Rio+20 chega ao fim com resultado tímido e promessas adiadas
Para um grupo de políticos veteranos e organizações ambientalistas, a declaração final do encontro foi o resultado de um "fracasso de liderança"
BBCBrasil |
No último dia da Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu a todos os governos que eliminem a fome do mundo. Ele disse que, em um mundo populoso, ninguém deveria passar fome.
Veja o especial sobre a Rio+20
A fase final da conferência também registrou promessas de diferentes países e empresas em temas como energias limpas.
Mesmo assim, um grupo de políticos veteranos se juntaram a organizações ambientalistas em sua avaliação de que a declaração final do encontro foi o resultado de um "fracasso de liderança".
Na visão do vice-primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Nick Clegg, o resultado das discussões pode ser classificado como "insípido".
O encontro, que marcou os 20 anos após a emblemática Cúpula da Terra também realizada no Rio de Janeiro, em 1992, e 40 anos depois da primeira reunião mundial sobre o tema, em Estocolmo, tinha como objetivo estimular novas medidas rumo a uma "economia verde".
Mas a declaração que foi concluída por negociadores de diferentes governos na terça-feira, e que ministros e chefes de Estado e governo não quiseram rediscutir, coloca a economia verde apenas como um de muitos caminhos rumo a um desenvolvimento sustentável.
Mary Robinson, ex-presidente irlandesa que também já ocupou o posto de Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, disse que os termos do documento não são suficientes.
"Este é um daqueles momentos únicos em uma geração, quando o mundo precisa de visão, compromisso e, acima de tudo, liderança", disse. "Tristemente, o documento atual é um fracasso de liderança", afirmou, ecoando as declarações do vice-premiê britânico.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse que a declaração não produz benefícios para a proteção ambiental nem para o desenvolvimento humano.
"Esta divisão antiga entre o meio ambiente e o desenvolvimento não é o caminho para resolver os problemas que estamos criando para nossos netos e bisnetos", disse. "Temos que aceitar que as soluções para a pobreza e a desigualdade se encontram no desenvolvimento sustentável, e não no crescimento a qualquer custo."
O secretário-geral da ONU esperava que o encontro adotasse medidas mais firmes para garantir que os mais pobres tivessem acesso a água, energia e alimentos. No entanto, sua emblemática iniciativa Energia Sustentável para Todos foi apenas citada no texto, ao invés de receber apoio enfático dos líderes.
Esperança
Na fase final do encontro, Ban Ki-moon desafiou os governos mundiais a fazerem mais.
"Em um mundo de muitos, ninguém, nem mesmo uma única pessoa, deveria passar fome", disse. "Convido todos vocês a se juntarem a mim para trabalhar em um futuro sem fome", acrecentou a uma plateia estimada em 130 chefes de Estado e governo.
Atualmente acredita-se que quase 1 bilhão de pessoas – um sétimo da população mundial - vivem em fome crônica, enquanto outro bilhão não recebe nutrição adequada.
As medidas que poderiam ajudar a eliminar essa situação incluem a redução do desperdício de alimentos – quase um terço de todos os alimentos produzidos são jogados no lixo nos países ricos, e uma proporção ainda maior nos países mais pobres, por razões diferentes - além de dobrar a produtividade de pequenas propriedades.
O desafio é parcialmente baseado no programa Fome Zero, criado no Brasil pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"O anúncio de Ban Ki-moon é um raio de esperança bem-vindo em uma conferência que foi vergonhosamente marcada pela ausência de progresso", disse Barbara Stockling, chefe da ONG internacional Oxfam.
"Apesar do fato de que o mundo produz alimentos suficientes para todos, há mais pessoas com fome hoje do que em 1992, quando o mundo se reuniu pela última vez no Rio", acrecentou.
No entanto, até o momento, tudo o que há de concreto é um desafio. Não há dinheiro nem mudanças na maneira como a própria ONU se posiciona sobre o assunto da fome.
Em paralelo às principais negociações no Rio, empresas e governos firmaram mais de 200 compromissos de ações voluntárias em diferentes áreas.
Energia, água e alimentos estão neste pacote, embora a maioria das promessas sejam de inclusão do tema desenvolvimento sustentável em programas educacionais.
Veja o especial sobre a Rio+20
A fase final da conferência também registrou promessas de diferentes países e empresas em temas como energias limpas.
Mesmo assim, um grupo de políticos veteranos se juntaram a organizações ambientalistas em sua avaliação de que a declaração final do encontro foi o resultado de um "fracasso de liderança".
Na visão do vice-primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Nick Clegg, o resultado das discussões pode ser classificado como "insípido".
O encontro, que marcou os 20 anos após a emblemática Cúpula da Terra também realizada no Rio de Janeiro, em 1992, e 40 anos depois da primeira reunião mundial sobre o tema, em Estocolmo, tinha como objetivo estimular novas medidas rumo a uma "economia verde".
Mas a declaração que foi concluída por negociadores de diferentes governos na terça-feira, e que ministros e chefes de Estado e governo não quiseram rediscutir, coloca a economia verde apenas como um de muitos caminhos rumo a um desenvolvimento sustentável.
Mary Robinson, ex-presidente irlandesa que também já ocupou o posto de Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, disse que os termos do documento não são suficientes.
"Este é um daqueles momentos únicos em uma geração, quando o mundo precisa de visão, compromisso e, acima de tudo, liderança", disse. "Tristemente, o documento atual é um fracasso de liderança", afirmou, ecoando as declarações do vice-premiê britânico.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse que a declaração não produz benefícios para a proteção ambiental nem para o desenvolvimento humano.
"Esta divisão antiga entre o meio ambiente e o desenvolvimento não é o caminho para resolver os problemas que estamos criando para nossos netos e bisnetos", disse. "Temos que aceitar que as soluções para a pobreza e a desigualdade se encontram no desenvolvimento sustentável, e não no crescimento a qualquer custo."
O secretário-geral da ONU esperava que o encontro adotasse medidas mais firmes para garantir que os mais pobres tivessem acesso a água, energia e alimentos. No entanto, sua emblemática iniciativa Energia Sustentável para Todos foi apenas citada no texto, ao invés de receber apoio enfático dos líderes.
Esperança
Na fase final do encontro, Ban Ki-moon desafiou os governos mundiais a fazerem mais.
"Em um mundo de muitos, ninguém, nem mesmo uma única pessoa, deveria passar fome", disse. "Convido todos vocês a se juntarem a mim para trabalhar em um futuro sem fome", acrecentou a uma plateia estimada em 130 chefes de Estado e governo.
Atualmente acredita-se que quase 1 bilhão de pessoas – um sétimo da população mundial - vivem em fome crônica, enquanto outro bilhão não recebe nutrição adequada.
As medidas que poderiam ajudar a eliminar essa situação incluem a redução do desperdício de alimentos – quase um terço de todos os alimentos produzidos são jogados no lixo nos países ricos, e uma proporção ainda maior nos países mais pobres, por razões diferentes - além de dobrar a produtividade de pequenas propriedades.
O desafio é parcialmente baseado no programa Fome Zero, criado no Brasil pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"O anúncio de Ban Ki-moon é um raio de esperança bem-vindo em uma conferência que foi vergonhosamente marcada pela ausência de progresso", disse Barbara Stockling, chefe da ONG internacional Oxfam.
"Apesar do fato de que o mundo produz alimentos suficientes para todos, há mais pessoas com fome hoje do que em 1992, quando o mundo se reuniu pela última vez no Rio", acrecentou.
No entanto, até o momento, tudo o que há de concreto é um desafio. Não há dinheiro nem mudanças na maneira como a própria ONU se posiciona sobre o assunto da fome.
Em paralelo às principais negociações no Rio, empresas e governos firmaram mais de 200 compromissos de ações voluntárias em diferentes áreas.
Energia, água e alimentos estão neste pacote, embora a maioria das promessas sejam de inclusão do tema desenvolvimento sustentável em programas educacionais.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Novidades (Sociologia)
1.308 documentos para movimentos sociais
sociologia
-
O artigo reflete sobre os novos atores do mercado, em especial os movimentos sociais econômicos, ou seja, aqueles em que os atores constroem uma nova cultura de ação política visando a reapropriação da economia a partir de valores próprios. Exemplo disso são os movimentos de economia solidária, comércio justo, indicação geográfica, slow food e os movimentos de consumidores organizados. Esta interface entre movimentos sociais e mercado é, talvez, a característica mais marcante, diferenciadora e polêmica das mobilizações políticas atuais. No entanto, para além dos movimentos sociais econômicos, o artigo enfatiza e, ao mesmo tempo, problematiza a ação política na esfera do consumo individual, o que tem sido chamado de consumo político.Palavras-chave: movimentos sociais econômicos, movi...
-
O presente texto recupera trabalhos recentes do autor sobre a juventude estudantil de Coimbra. Centrado no ambiente universitário coimbrão e na tradição de uma academia com mais de 700 anos de história, o seu principal objetivo é o de questionar as tendências da atual juventude universitária, buscando, através de um olhar atento de um docente desde há mais de 20 anos envolvido no ambiente estudantil e no cotidiano da cidade, identificar subjetividades, lógicas de participação e atitudes de indiferença/demarcação entre os diferentes segmentos da população estudantil. Mais do que um registro fenomenológico do cotidiano da academia, pretende-se capturar experiências do passado e o modo como elas poderão (ou não) ser apropriadas pela atual geração de estudantes. Por outro lado, as profundas...
-
RECURSO DE REVISTA DO RECLAMADO. NULIDADE DO JULGADO REGIONAL POR NEGATIVA DE PRESTAÇÃO JURISDICIONAL. O reclamado, apesar de alegar a nulidade do julgado regional por negativa de prestação jurisdicional e de indicar dispositivo constitucional tido como violado, diz tão somente que o Eg. Tribunal Regional incorreu em omissão, sem, contudo, apontar precisamente quais os aspectos fáticos que não foram analisados, o que impossibilita a constatação de uma eventual nulidade. Recurso de revista não conhecido. NULIDADE DO JULGADO REGIONAL. JULGAMENTO ULTRA PETITA. DIFERENÇAS SALARIAIS DECORRENTES DE PROMOÇÃO POR ANTIGUIDADE. O que fora deferido pelo D. Juízo a quo consiste justamente nas diferenças salariais a partir de setembro de 2000, requeridas na petição inicial. A r. decisão recorrida, p......movimentos, Datilografia de empresso (sic) de empréstimo pre... do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem a redução do risco de do... hoje, a partir de estudos no campo da sociologia, passa a ter conotação diversa, no sentido de qu...
-
O objetivo deste artigo é apresentar algumas conclusões obtidas em minha dissertação de mestrado, na qual busquei compreender como os moradores de favelas da cidade do Rio de Janeiro constituíram a luta contra a violência policial. Para demonstrar isto, utilizar-me-ei dos dados recolhidos através do acompanhamento das ações do movimento social denominado Rede de Comunidades e Movimentos contra a Violência. A análise visa explicitar o processo de publicização de certas demandas particulares e o acesso ao espaço público realizado pelos segmentos sociais subalternos. O eixo que permitirá descrever e interpretar os inúmeros agenciamentos e articulações que são tecidos pelos diversos grupos que lutam contra a violência policial em favelas nesta cidade, e que torna factível a interpretação de...
-
O artigo explora as raízes filosóficas dos conceitos sociedade civil e movimentos sociais, e as mudanças que têm acontecido em relação ao significado destes conceitos desde o seu surgimento até a atualidade, quando são definidos de forma normativa como obrigação moral que procura necessariamente o “bem comum”. Pensando a dificuldade que tal conceitualização supõe para o estudo da sociedade, utilizamo-nos da visão gramsciana para sugerir a sua substituição por uma nova categoria de análise muito mais inclusiva e prática. Propugnamos a substituição do “dever ser” normativo por um âmbito de análise onde caiba a possibilidade do conflito e da luta de interesses. Por outro lado, o artigo rastreia os laços que poderiam existir entre um conceito restr......2001. Dissertação (Mestrado em Sociologia Política), Pós-Graduação em Sociologia Políti...
-
O contrato preliminar de que tratam os arts. 462 a 466 do Código Civil não diz respeito ao compromisso de compra e venda "A partir do advento do Código Civil, a ação de adjudicação compulsória proposta com fundamento no compromisso de compra e venda tem um só nome e um duplo regime de eficácia" "No caso do compromisso não registrado o comprador tem ação pessoal e terá direito de propor a ação de adjudicação compulsória de que tratam os artigos 16 e 22 do Decreto-lei 58/37, que nada mais é do que uma demanda cujo objetivo é a condenação da parte a emissão de uma declaração de vontade, que é suprida pelo juiz, servindo a sentença como título para ser registrado, conforme os comandos dos artigos 466 B e C do Código de Processo Civil" "Por isso é equivocada a afirmação segundo a...
-
A compreensão socioambiental é muito importante para a nova consideração dos direitos humanos. O paradigma atual da racionalidade hegemônica comporta fragmentações no conhecimento sobre a existência. Alguns aspectos são fundamentais para esse dinâmico processo de análise: uma visão holística e dialógica acerca da existência humana e da existência geral da vida no universo. A consideração integral da vida universal é condição para a evolução e sobrevivência humana e planetária The socio-environmental understanding is very important for new consideration of human rights. The current paradigm of hegemonic rationality includes divisions in the knowledge of the existence. Some issues are central to this dynamic process of analysis: a holistic vision and dialogic on human existence and th...
São Paulo – O Plano Agrícola e Pecuário (PAP) para a safra de 2012 e 2013, foi o assunto do programa de rádio “Café com a Presidenta” de hoje (2). Segundo a presidenta Dilma Rousseff, a partir de hoje um total de R$ 115,2 bilhões de créditos estará à disposição das cooperativas e dos produtores agropecuários.
O PAP é um pacote de medidas do governo federal para apoiar a produção agropecuária no país. Segundo a presidenta Dilma Rousseff, o dinheiro investido vai servir “para aumentar a produção das lavouras e rebanhos e, também, para os produtores comprarem sementes, adubo, máquinas, equipamentos variados”, afirmou.
Para os médios produtores, com renda até R$ 800 mil por ano, Dilma disse que foram ampliados os créditos para os gastos com a produção. Ainda, caíram para 5% ao ano os juros para esses empréstimos. Segundo a presidenta, se um agricultor da classe média rural solicitasse, por exemplo, um empréstimo de R$ 270 mil, ele pagaria R$ 16.800,00 de juros. Com o novo plano, ele pagará R$ 13.500,00 – tendo uma economia de R$ 3.300,00.
Além disso, Dilma afirmou que o governo federal melhorou o seguro feito aos produtores, para garantir o pagamento dos empréstimos fornecidos pelos bancos para financiar a sua safra. “Para os médios produtores, nós dobramos o valor de cobertura e eles vão poder segurar até R$ 300 mil por safra. Fizemos isso porque a agricultura é uma atividade que envolve riscos: uma seca prolongada, chuvas em excesso ou uma geada forte demais”. Fonte: Rede Brasil Atual
O PAP é um pacote de medidas do governo federal para apoiar a produção agropecuária no país. Segundo a presidenta Dilma Rousseff, o dinheiro investido vai servir “para aumentar a produção das lavouras e rebanhos e, também, para os produtores comprarem sementes, adubo, máquinas, equipamentos variados”, afirmou.
Para os médios produtores, com renda até R$ 800 mil por ano, Dilma disse que foram ampliados os créditos para os gastos com a produção. Ainda, caíram para 5% ao ano os juros para esses empréstimos. Segundo a presidenta, se um agricultor da classe média rural solicitasse, por exemplo, um empréstimo de R$ 270 mil, ele pagaria R$ 16.800,00 de juros. Com o novo plano, ele pagará R$ 13.500,00 – tendo uma economia de R$ 3.300,00.
Além disso, Dilma afirmou que o governo federal melhorou o seguro feito aos produtores, para garantir o pagamento dos empréstimos fornecidos pelos bancos para financiar a sua safra. “Para os médios produtores, nós dobramos o valor de cobertura e eles vão poder segurar até R$ 300 mil por safra. Fizemos isso porque a agricultura é uma atividade que envolve riscos: uma seca prolongada, chuvas em excesso ou uma geada forte demais”. Fonte: Rede Brasil Atual
domingo, 11 de dezembro de 2011
Educação
Não existe Educação sem amor, se Deus é Amor, não se pode imaginar uma escola sem cultura religiosa!
domingo, 31 de julho de 2011
Atualidades - Vestibular e concursos!!!! Atualize-se
Os estudantes que estão se preparando para encarar a maratona de vestibulares sabem que estar por dentro dos temas atuais é fundamental para se dar bem no vestibular, principalmente na hora de escrever a dissertação. Há inúmeras formas de ter acesso às informações como pela internet, jornais, rádios, revistas etc. portanto, só não está bem atualizado quem não quer.
Desde os últimos meses de 2009, muitos fatos polêmicos, envolvendo política, economia e desastres naturais aconteceram no Brasil e no mundo, então já é bom ir se preparando porque assuntos a serem abordados no vestibular não vão faltar e pontos de vista para se discutir, muito menos. Avaliando todos os acontecimentos atuais desde o início de dezembro de 2009 até a última quinta-feira (11) de março deste ano, segue abaixo uma lista com os fatos mais importantes, e que têm grandes chances de serem abordados ns vestibulares de 2011. Basta dar uma conferida na lista e correr atrás para se informar melhor sobre todos os acontecimentos.
11/03/2010Eleições no Iraque – País decide nas urnas futuro sem Estados Unidos
04/03/2010Terremoto no Chile – Tremor é um dos mais violentos já medidos
26/02/2010Espionagem no Oriente Médio – Assassinato de líder palestino cria impasse diplomático
19/02/2010Escândalo no Distrito Federal – Denúncias levam governador à prisão
11/02/2010Mandela: 20 anos de liberdade – Entenda o que significa esse fato para nossa história recente
05/02/2010Crise na Venezuela – Problemas políticos, financeiros e energéticos prejudicam Chávez
28/01/2010Eleições no Chile – Direita volta ao poder
21/01/2010Tragédia no Haiti – Terremoto arrasa país mais pobre das Américas
14/01/2010Esporte e poder – Ano do futebol na África começa com violência
31/12/2009Violência no Suriname – Brasileiros são atacados por grupo étnico
24/12/2009Mídia – Confecom propõe controle dos meios de comunicação
17/12/2009Internet no Brasil – Desigualdades sociais dificultam inclusão digital
10/12/2009Eleições na Bolívia – Estado multicultural é aprovado nas urnas
03/12/2009Copenhague – COP 15 – Encontro na Dinamarca discute futuro do planeta
Desde os últimos meses de 2009, muitos fatos polêmicos, envolvendo política, economia e desastres naturais aconteceram no Brasil e no mundo, então já é bom ir se preparando porque assuntos a serem abordados no vestibular não vão faltar e pontos de vista para se discutir, muito menos. Avaliando todos os acontecimentos atuais desde o início de dezembro de 2009 até a última quinta-feira (11) de março deste ano, segue abaixo uma lista com os fatos mais importantes, e que têm grandes chances de serem abordados ns vestibulares de 2011. Basta dar uma conferida na lista e correr atrás para se informar melhor sobre todos os acontecimentos.
11/03/2010Eleições no Iraque – País decide nas urnas futuro sem Estados Unidos
04/03/2010Terremoto no Chile – Tremor é um dos mais violentos já medidos
26/02/2010Espionagem no Oriente Médio – Assassinato de líder palestino cria impasse diplomático
19/02/2010Escândalo no Distrito Federal – Denúncias levam governador à prisão
11/02/2010Mandela: 20 anos de liberdade – Entenda o que significa esse fato para nossa história recente
05/02/2010Crise na Venezuela – Problemas políticos, financeiros e energéticos prejudicam Chávez
28/01/2010Eleições no Chile – Direita volta ao poder
21/01/2010Tragédia no Haiti – Terremoto arrasa país mais pobre das Américas
14/01/2010Esporte e poder – Ano do futebol na África começa com violência
31/12/2009Violência no Suriname – Brasileiros são atacados por grupo étnico
24/12/2009Mídia – Confecom propõe controle dos meios de comunicação
17/12/2009Internet no Brasil – Desigualdades sociais dificultam inclusão digital
10/12/2009Eleições na Bolívia – Estado multicultural é aprovado nas urnas
03/12/2009Copenhague – COP 15 – Encontro na Dinamarca discute futuro do planeta
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Viagem para Inhotim
09 de outubro - saida da Escola Estadual Fernando Otávio às 6h e 30min
Preço: R$ 40,00 -
Reserve sua passagem:
(37)9198-7587
Preço: R$ 40,00 -
Reserve sua passagem:
(37)9198-7587
quarta-feira, 13 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
A urbanização brasileira
O surgimento e o crescimento das cidades brasileiras até o século XIX
A cidade de São Paulo: a política de zoneamento e planejamento da cidade permitiu a formação de áreas verticalizadas e horizontais lado a lado.
Quanto ao Brasil, o grande domínio da colonização portuguesa na América, as culturas encontradas no seu território caracterizavam-se por um estágio de desenvolvimento bastante diferente, sem nenhum vestígio de vida urbana, com os indígenas vivendo organizados em tribos de agricultores.
Característica expressiva da urbanização que marcou a colonização espanhola na América, o traçado em linhas retas das ruas e praças pode ser considerado como uma imposição do plano regular das cidades. Nele não se percebe nenhuma liberdade de adaptação desse traçado das ruas à sinuosidade do relevo, como também não se verifica nenhuma valorização simbólica dos lugares, a exemplo das cidades gregas e da região do Lácio, que valorizavam os sítios em acrópole. A cidade em tabuleiro de xadrez foi a expressão da necessidade de dominar o território conquistado.
Conceito de cidade
A história da cidade pode ser considerada a história da humanidade. Sempre esteve presente nas obras dos grandes filósofos da Antiguidade. Segundo esses filósofos, qualquer desequilíbrio na estrutura das cidade poderia significar perigo para a unidade e organização da sociedade. Para Ratzel, um dos fundadores da Geografia, ela representa uma forma de aglomeração durável. Utilizando-se o critério de Ratzel e incorporando este das atividades, podemos definir uma cidade da seguinte forma: é todo aglomerado permanente cujas atividades não se caracterizam como agrícolas. A grande concentração das atividades terciárias públicas e privadas do aglomerado e a forma contínua dos espaços edificados onde se dá a proximidade das habitações da população que vive dessas atividades são atributos que permitem caracterizar melhor a cidade. De forma muito genérica, pode-se dizer que, nestas condições, a aglomeração é importante por ser organizada para o trabalho coletivo em atividades não-agrícolas.
Como espaço edificado, representando uma massa composta de habitações, a cidade cria tipos de serviço que somente as formas de organização política são capazes de administrar. Disso resulta ser ela o centro da vida política da sociedade. Sua história confunde-se com a do Estado.A cidade pode ter dois tipos de conceito atualmente: A cidade é toda sede de município (ditada pelo IBGE), ou que, a cidade deve possuir pelo menos, um algomerado de 10 mil habitantes (ditado pela ONU). portanto cidade é todo aglomerado urbano envonvendo características sociais, economicas e culturais em um mesmo ambiente
Urbanização

Urbanização é um processo de afastamento das características rurais de uma localidade ou região, para características urbanas. Usualmente, esse fenômeno está associado ao desenvolvimento da civilização e da tecnologia. Demograficamente, o termo denota a redistribuição das populações das zonas rurais para assentamentos urbanos. O termo também pode designar a ação de dotar uma área com infra-estrutura e equipamentos urbanos, o que é similar a significação dada à urbanização pelo Dicionário Aurélio - Século XXI: "conjunto dos trabalhos necessários para dotar uma área de infra-estrutura (por exemplo, água, esgoto, gás, eletricidade) e/ou de serviços urbanos (por exemplo, de transporte, de educação, de saúde)". Ainda pode ser entendido somente como o crescimento de uma cidade. São Paulo, por exemplo, é uma cidade urbanizada. Por incrível que pareça os detentores do título de maiores aglomerações mundiais pertencem aos países emergentes. Tudo isso apenas reforça a ideia de que quanto mais um país demora para se industrializar, mais rápida é sua urbanização.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Nesta Carta "poema" São Paulo fala grandiosamente sobre o amor (em grego ágape) que, em algumas traduções, aparece com o vocábulo caridade:
É no capítulo 13 da epístola que Paulo fala grandiosamente sobre o amor (em grego ágape) que, em algumas traduções, aparece com o vocábulo caridade:
- "Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse Amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse Amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tivesse Amor, nada disso me aproveitaria. O Amor é paciente, é benigno; o Amor não é invejoso, não trata com leviandade, não se ensoberbece, não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal, não folga com a injustiça, mas folga com a verdade. Tudo tolera, tudo crê, tudo espera e tudo suporta. O Amor nunca falha. Havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos; mas quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; mas o maior destes é o Amor.
SONETO CV William Shakespeare
Não chame o meu amor de Idolatria
Nem de Ídolo realce a quem eu amo,
Pois todo o meu cantar a um só se alia,
E de uma só maneira eu o proclamo.
É hoje e sempre o meu amor galante,
Inalterável, em grande excelência;
Por isso a minha rima é tão constante
A uma só coisa e exclui a diferença.
'Beleza, Bem, Verdade', eis o que exprimo;
'Beleza, Bem, Verdade', todo o acento;
E em tal mudança está tudo o que primo,
Em um, três temas, de amplo movimento.
'Beleza, Bem, Verdade' sós, outrora;
Num mesmo ser vivem juntos agora.
William ShakespeareNem de Ídolo realce a quem eu amo,
Pois todo o meu cantar a um só se alia,
E de uma só maneira eu o proclamo.
É hoje e sempre o meu amor galante,
Inalterável, em grande excelência;
Por isso a minha rima é tão constante
A uma só coisa e exclui a diferença.
'Beleza, Bem, Verdade', eis o que exprimo;
'Beleza, Bem, Verdade', todo o acento;
E em tal mudança está tudo o que primo,
Em um, três temas, de amplo movimento.
'Beleza, Bem, Verdade' sós, outrora;
Num mesmo ser vivem juntos agora.
domingo, 26 de junho de 2011
De marré deci - Dr. Flávio Marcus da Silva
Mas a sua reflexão logo se volta para o “humilhante ofício” daquela flor desenganada. “Ofício de quê? Que nome terá esse ofício de ficar oito horas em pé a distribuir xícaras com gestos de autômato? Creio que não tem nome”.
Recorda-se da época em que todos os ofícios tinham nome, e as meninas cantadeiras cantavam nas noites de verão:
Eu sou pobre, pobre, pobre,
De marré, marré, marré,
Eu sou pobre, pobre, pobre,
De marré, deci...
Quero uma de vossas filhas,
De marré, marré, marré,
Quero uma de vossas filhas,
De marré, deci...
Que ofício darás a ela?
De marré, marré, marré
Dou ofício de costureira,
De marré, deci...
“Como poderíamos pôr em canto de roda a longa especificação deste ofício sem nome: moça que distribui as xícaras no café em pé, de marré, marré, marré? Mas se não tem nome a profissão, tem nome, nítido e rígido, a classificação. Seu instituto tem nome, se seu ofício não tem. Ela é comerciária, de marré, deci”.
Quantas xícaras ela serve por dia? “Calculemos: três ou quatro por minuto, vezes sessenta, vezes sete ou oito; digamos sete. Dá mil cento e oitenta; digamos mil. Ela serve mil fregueses por dia!”.
Abuso aqui do fascinante texto de Gustavo Corção para expressar, mais uma vez, a minha perturbação indignada e impotente diante do destino de uma grande parcela da população mundial: daqueles homens e mulheres que passam a maior parte do seu tempo de vida trabalhando em algo de que não gostam, esperando ansiosos a passagem das horas, até o final do expediente; dando graças a Deus pela chegada da sexta-feira (e amaldiçoando a segunda-feira tenebrosa); contando os dias para a chegada do feriado prolongado, do Carnaval, da Semana Santa, das férias; trabalhando sem motivação, por necessidade, porque não há outra saída, não pode ser de outro jeito, a vida é assim... Pessoas anestesiadas, submissas a uma realidade que domina, com seu tédio mortal, suas almas indefesas, que não sabem o que fazer, a não ser se resignarem, esperando, talvez, uma recompensa futura: uma boa aposentadoria aos 65 anos de idade, com um pouco de saúde para curtir os últimos anos de existência; a vida eterna no Céu... Quem sabe?
Quantos no mundo não se sentem como a moça das xícaras do romance de Corção, quando um freguês lhe grita: “Esta xícara está suja! Veja!” Ela não olha para a xícara. Não olha para o freguês. “Porque se olhar, enlouquece. É a sua defesa. A sua única defesa. Ela não pode prestar atenção ao que faz. Se prestar, enlouquece. Não é possível ter solicitude igual mil vezes por dia; não é possível ter interesse nesse jogo. Por isso ela faz como se atendesse fantasmas. Sombras. Ela olha através; põe os olhos no infinito, deixando às mãos sonâmbulas o cuidado de distribuir louça, colher fichas e retirar as xícaras usadas”.
Mas há também executivos, empresários, professores universitários, engenheiros, advogados, médicos e muitos outros profissionais de marré deci. Não é preciso ser pobre para viver uma existência de marré, marré, marré. Inúmeras pessoas consideradas bem sucedidas vivem suas vidas afastadas daquilo que realmente querem, porque precisam ser “realistas”, “seguras”, “prudentes”, “responsáveis”, “honradas”, “respeitadas”. Fazem “o que deve ser feito”, “o que é preciso”, sacrificando um tempo que não volta nunca mais em projetos de vida vazios daquilo que, para elas, representaria o verdadeiro prazer de viver. Muitos profissionais acumulam fortunas, passando pela vida como meros espectadores. Velhos e ricos, depois de anos de trabalho, muitos tentam resgatar suas verdadeiras paixões, seus sonhos de juventude não concretizados, mas já é tarde, pois o tempo perdido não volta mais.
Carlos Drummond de Andrade já dizia, em seu poema “A casa do tempo perdido”:
Bati no portão do tempo perdido, ninguém atendeu.
Bati segunda vez e mais outra e mais outra.
Resposta nenhuma.
A casa do tempo perdido está coberta de hera
pela metade; a outra metade são cinzas.
Casa onde não mora ninguém, e eu batendo e chamando pela dor de chamar e não ser escutado.
Simplesmente bater. O eco devolve minha
ânsia de entreabrir esses paços gelados.
A noite e o dia se confundem no esperar,
no bater e bater.
O tempo perdido certamente não existe.
É o casarão vazio e condenado.
A moça das xícaras não terá tempo de viver, conta-nos o narrador do romance de Corção: “Não viveu, e já morre. Não sabe, como eu, que vai morrer. Não poderá arrumar a sua morte. Morrerá uma morte qualquer, de comerciária, de marré deci. Vejo um hospital. Um leito qualquer, número tanto. Uma vaga arranjada por favor. Ela agoniza – e as xícaras, os cafés, as fichas, os clientes iracundos, os clientes joviais, os clientes em geral de que se defendeu pondo os olhos vagos no infinito, voltarão todos, virão, de dentro dela, em ondas, acumulados, milhares, milhões, virão encher de alarido vulgar, de vozes e de louças, seus últimos instantes de menina que não teve licença de viver. Ela morrerá vendo xícaras, xícaras, xícaras. Os aventais passarão. Toucas. Clientes esquisitos debruçam-se sobre o seu corpo, como se ela tivesse virado xícara, e viessem beber nela mesma, nas suas entranhas, o último café”.
Dr.Flávio Marcus da Silva – HP: www.nwm.com.br/fms
Fonte: Gustavo Corção, Lições de abismo (1ª edição: 1950). 15ª edição, Rio de janeiro: Agir, 2004, pp. 119-124
sábado, 25 de junho de 2011
Ecologia
Ecologia
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A ecologia abrange desde áreas como processos globais (Acima), estudos de habitats marinhos e terrestres (Meio) a interações interespecíficas como predação e polinização (Abaixo).
O cientista alemão Ernst Haeckel usou pela primeira vez este termo em 1869 para designar o estudo das relações entre os seres vivos e o ambiente em que vivem.
A Ecologia pode ser dividida em Autoecologia, Demoecologia e Sinecologia.[2] Entretanto, diversos ramos tem surgido utilizando diversas áreas do conhecimento: Biologia da Conservação, Ecologia da Restauração, Ecologia Numérica, Ecologia Quantitativa, Ecologia Teórica, Macroecologia, Ecofisiologia, Agroecologia, Ecologia da Paisagem. Ainda pode-se dividir a Ecologia em Ecologia Vegetal e Animal e ainda em Ecologia Terrestre e Aquática.
O meio ambiente afeta os seres vivos não só pelo espaço necessário à sua sobrevivência e reprodução, mas também às suas funções vitais, incluindo o seu comportamento, através do metabolismo. Por essa razão, o meio ambiente e a sua qualidade determinam o número de indivíduos e de espécies que podem viver no mesmo habitat. Por outro lado, os seres vivos também alteram permanentemente o meio ambiente em que vivem. O exemplo mais dramático de alteração do meio ambiente por organismos é a construção dos recifes de coral por minúsculos invertebrados, os pólipos coralinos.
As relações entre os diversos seres vivos existentes num ecossistema também influencia na distribuição e abundância deles próprios. Como exemplo, incluem-se a competição pelo espaço, pelo alimento ou por parceiros para a reprodução, a predação de organismos por outros, a simbiose entre diferentes espécies que cooperam para a sua mútua sobrevivência, o comensalismo, o parasitismo e outras.
A maior compreensão dos conceitos ecológicos e da verificação das alterações de vários ecossistemas pelo homem levou ao conceito da Ecologia Humana que estuda as relações entre o homem e a biosfera, principalmente do ponto de vista da manutenção da sua saúde, não só física, mas também social. Com o passar do tempo surgiram também os conceitos de conservação que se impuseram na atuação dos governos, quer através das ações de regulamentação do uso do ambiente natural e das suas espécies, quer através de várias organizações ambientalistas que promovem a disseminação do conhecimento sobre estas interações entre o homem e a biosfera.
Há muitas aplicações práticas da ecologia, como a biologia da conservação, gestão de zonas úmidas, gestão de recursos naturais (agricultura, silvicultura e pesca), planejamento da cidade e aplicações na economia.
Assinar:
Postagens (Atom)
